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SINOPSE
Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história. Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens. Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. "Assim que alguém diz dos assuntos do Estado 'que me importa?', deve-se contar que o Estado está perdido." Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado. Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política.
FICHA TÉCNICA
- Editora:
- L&PM
- Edição:
- 1
- Ano de edição:
- 1980
- Data Lançamento:
- Autor(a)(es):
- JEAN JACQUES ROUSSEAU
- EAN13:
- Formato:
- 17,80 x 10,70 x 1,00
- Origem:
- Nacional
- Idioma:
- Português
- Isbn:
- 9788525416650
- Largura:
- 10.7
- Altura:
- 17.8
- Paginas:
- 160
- Peso:
- 0.13
- Encadernação:
- BROCHURA
CONTRATO SOCIAL, O - POCKET
SINOPSE
Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história. Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens. Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. "Assim que alguém diz dos assuntos do Estado 'que me importa?', deve-se contar que o Estado está perdido." Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado. Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política.
FICHA TÉCNICA
- Editora:
- L&PM
- Edição:
- 1
- Ano de edição:
- 1980
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- JEAN JACQUES ROUSSEAU
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- Formato:
- 17,80 x 10,70 x 1,00
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- Nacional
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- Português
- Isbn:
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